Como otimizar o inventário para gestão de ativos de distribuição?

Última alteração: 9 de Setembro de 2020 às 07:53

A gestão de ativos é importante para qualquer empresa. Afinal, ela não é apenas um investimento realizado a fim de manter a companhia ativa, mas também cria um ambiente favorável para oferecer ao público serviços de alto nível.

Essa afirmação, inclusive, mostra como é relevante ter um ter um cadastro (inventário) devidamente organizado nas distribuidoras de energia. Afinal, essas corporações precisam contar com equipamentos de ponta para minimizar os riscos de paralisação no fornecimento e seguir as regras de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Nesse contexto, à medida que a companhia aposta no avanço tecnológico em detrimento dos processos manuais, para melhorar a gestão de ativos, maiores são as chances de adotar uma política de manutenção inteligente que aumente o nível de disponibilidade dos serviços.

Neste post, vamos apontar diversos fatores relacionados à necessidade de montar um cadastro no setor elétrico.

Confira!

Por que produção do inventário de ativos é um desafio para o setor energético?

A Aneel tem uma série de regras tarifárias que devem ser obedecidas de maneira integral. E, a partir do cadastro de ativos devidamente estruturado, as empresas do segmento elétrico têm mais possibilidades de dimensionar esses gastos de maneira precisa.

Contudo, com tantos ativos a serem gerenciados (postes, transformadores etc.), obter uma descrição precisa de todos, torna-se humanamente impossível. É nesse contexto que surgem softwares especializados para melhorar a identificação e acompanhamento de todos os recursos.

Na gestão de ativos do setor energético, usar sistemas automatizados permite gerenciar cadastros com agilidade e eficiência, eliminando riscos operacionais, uma vez que o operador não precisará mais transferir manualmente os dados de cadastro para o banco de informações.

Dados esses que também são usados pela Aneel para calcular a base de remuneração das companhias, bem como verificar se a operação está dentro das normas estabelecidas pelo Governo. Assim, pode-se afirmar que a disponibilidade e rentabilidade de uma organização depende diretamente da conformidade do cadastro com o órgão regulador.

De modo geral, a identificação rápida e eficaz das divergências, proporcionada pelo aprendizado de máquina, favorece empresas que melhoram a gestão de riscos, a fim de se desenvolver sustentavelmente por meio de resultados mais expressivos em termos financeiros e de satisfação dos usuários.

Como a transformação digital impacta os processos de cadastro?

A transformação digital é uma tendência que está se consolidando em todo o mundo corporativo. Não aderir às soluções proporcionadas por esse novo cenário já não é mais uma opção para as companhias que desejam se desenvolver, inclusive no setor elétrico.

Quando o assunto é a gestão de ativos, o controle manual dos dados deve ser evitado ao máximo. Mesmo que haja bastante cuidado, é comum que surjam equívocos, visto que os operadores não têm a mesma capacidade analítica que uma máquina.

Entretanto, dependendo da falha no momento do cadastro, haverá uma avaliação imprecisa sobre o planejamento estratégico da operação e expansão da rede, o que impactará diretamente o caixa da empresa, uma vez que a base de remuneração também é afetada.

Em um cenário cujo foco está no aumento da produtividade e redução de custos, é essencial adotar ferramentas digitais que ajudem a aprimorar os processos de cadastros de ativos. Do contrário, as empresas do setor elétrico terão dificuldades de se manter em conformidade com as normas regulatórias.

Apenas esse motivo mais do que justifica investir em soluções de Tecnologia da Informação (TI) avançadas para obter mais agilidade ao fornecimento de dados confiáveis e atualizados.

Contudo também é fundamental usar sistemas de automação específicos para gestão de ativos nesse nicho. Veja como a solução da In Forma, desenvolvida para esse mercado, contribui para os processos de operação e manutenção.

Benefícios de contar com o revisor de cadastros da In Forma

No mercado brasileiro de distribuição de energia, as bases de dados são revisadas periodicamente pelas equipes internas e por consultorias especializadas, que utilizam diversos procedimentos para identificar erros comuns, como composições inadequadas de UC/UAR/COM e características incongruentes dos equipamentos com as redes onde se encontram.

Apesar disso, não é simples eliminar falhas de maneira impecável, visto que os erros são difíceis de serem visualizados em virtude do enorme volume de dados.

E é por isso que a In Forma surge como parceira ideal das distribuidoras do setor. Sua tecnologia tem como principal objetivo organizar a base de dados de maneira segura.

Seus benefícios também estão relacionados à integração de diferentes bases de informações. Com o uso aprimorado de inteligência artificial, o recurso de revisão é capaz de localizar anomalias nos cadastros de ativos das distribuidoras de energia e em outros bancos de dados, como nos sistemas GIS.

A companhia que utiliza nossa solução consegue fazer uma melhor gestão de riscos e ainda se desenvolver de maneira sustentável. Na prática é possível garantir a conformidade com os órgãos reguladores, reduzindo multas e aumentando a produtividade da equipe, especialmente na criação e análise de cadastros.

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Estamos à disposição para tirar todas suas dúvidas!