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Indicadores efetivos asseguram bons resultados

Tão essencial quanto ter retorno financeiro em uma companhia, medir a efetividade das ações que levam a estes resultados deve fazer parte da rotina das corporações. Para isso, existe o indicador de desempenho, que acompanha e mensura a longo prazo as metas estipuladas e torna-se a melhor maneira de saber se as estratégias utilizadas em qualquer processo são eficazes. Além disso, há as métricas que guiam estes indicadores e asseguram esses parâmetros, que expandiram com a vinda da Indústria 4.0 no setor elétrico.

Os KPIs (Key Performance Indicators) avaliam a eficácia das ações tomadas de modo a alcançar os objetivos estabelecidos no planejamento estratégico. Para isso, é preciso entender como será este processo, o que deve ser feito, por quem será elaborado, por quanto tempo, etc. Essa metodologia é chamada de SMART (specific, measurable, attainable, relevant e time-bound). Em português: 

  • Específico (qual o seu objetivo)
  • Mensurável (geralmente, medido por meio de software, como a suíte In Forma)
  • Atingível (novos benefícios que podem agregar o serviço)
  • Relevante (insight que permite maior saúde financeira e aumento produtivo)
  • Temporizável (um prazo para ser cumprido ou tempo em que os processos podem ser revistos)

A relação da confiabilidade dos dados de uma companhia se dá ao histórico e aplicabilidade dos cálculos dos principais KPIs, que traz melhorias nos desempenhos individuais e coletivos, aumento da eficiência de operação e manutenção, etc.  Assegurando a qualidade das informações registradas, há a mitigação de erros humanos, que normalmente ocorrem por meio da repetição de atividades ou são executadas pelo mesmo profissional por um longo período. Esse é um processo reversível, visto que com a tecnologia de automação, inteligência artificial, impressão em 3D entre tantas outras, foi possível transformar a maneira que a energia é produzida, como as leituras são realizadas, programar melhor as manutenções e reduzir a margem de erro.

No setor elétrico, por exemplo, as distribuidoras são avaliadas em diversas frentes quanto ao fornecimento de energia. Entre elas, está a qualidade do serviço oferecido aos consumidores. Entre seus principais KPIs, podemos citar:

  • Parcelas Variáveis às transmissoras de energia, que consiste no desconto incidente sobre a remuneração mensal das concessionárias de transmissão, devido à indisponibilidade verificada da instalação de transmissão;
  • A própria energia produzida para as geradoras;
  • DEC/FEC (DEC – Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor e FEC – Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor);
  • DIC/FIC (DIC mostra o tempo em que o consumidor ficou sem energia e FIC indica quantas vezes a luz foi interrompida) para as distribuidoras;
  • DMIC/DICRI– (DMIC mostra quanto tempo durou a maior interrupção e DICRI o tempo de interrupção em dias considerados críticos, quando há temporais, raios e ventanias.

Os KPIs são critérios essenciais para o andamento do negócio e precisam ser acompanhados de métricas eficientes, com medidas quantificáveis usadas para analisar o resultado de um processo, estratégia específica ou ação.  Vale ressaltar que indicador não é o mesmo que métrica, mas uma métrica pode se tornar um parâmetro de performance. A efetividade dos resultados vêm com a transformação digital do setor e uso da inteligência artificial na resolução de problemas de forma rápida e eficaz, alinhadas em tempo real com as resoluções vigentes do setor elétrico ditadas pelo órgão regulador, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). 

Uma pesquisa da consultoria Deloitte chamada “O paradoxo da Indústria 4.0”, teve a participação de 361 executivos de 11 países, analisando como e onde empresas dos setores de manufatura, petróleo e gás, energia e mineração estão investindo ou planejando investir nos próximos anos, englobando tecnologias para automação e troca de dados e utilização de conceitos de sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem. Como resultado, boa parte dos entrevistados (94%) indicaram que “a transformação digital é um objetivo estratégico de primeira linha para sua organização”. O estudo também apontou que 68% veem essa oportunidade como um caminho para a lucratividade.

Erros comuns:

Em meio aos diversos critérios que envolvem a construção de um KPI competente, é preciso buscar uma consultoria como a In Forma, que possui mais de  25 anos de experiência no setor elétrico e auxilia grandes corporações a encontrarem os melhores indicadores de performance. Confira a seguir os erros mais comuns na hora de colocar em prática um parâmetro e de que forma você pode evitar cometê-los:

  • Utilizar somente métricas simples

Nem todo o processo é simples de ser aplicado, pois demanda um esforço maximizado de trabalho e tempo longo. Entretanto, indicadores complexos levam a resultados relevantes para a empresa.

  • Medir dados pouco importantes

É essencial focar nas métricas que trarão resultados e que poderão ser utilizadas para desenvolver estratégias de forma assertiva. É preciso excluir as que não terão impacto relevante para a companhia. Ou seja, medir poucos dados é tão ruim quanto medir muitos dados. 

  • Usar os indicadores para determinar tarefas

Os indicadores de desempenho buscam garantir que os objetivos traçados pela empresa sejam alcançados. Em qualquer processo que envolva uma equipe, o mais importante é fazer com que ela compreenda a forma de atuar. Os KPIs visam estabelecer que os processos diários são os mais eficazes para que as metas sejam atingidas.

Na In Forma, além de implementação do software nas companhias, consultoria especializada e revisões constantes de processos, nossos experts treinam líderes e equipes para manuseio do programa e realizam plantões de atendimento sempre que necessário. 

Quando bem aplicado, os KPIs repercutem grandes benefícios para o negócio. O rastreamento de problemas operacionais e internos é realizado com maior qualidade, agilidade e segurança.  Coletar, estruturar e armazenar dados são etapas importantes para uma análise eficiente. Ao mesmo tempo, dá a oportunidade para a criação de novos fluxos de otimização contínua e, assim, ampliar os lucros da organização, evitando baixa performance e assegurando que vários aspectos sejam acompanhados de perto. Por isso, a escolha inteligente de tecnologia a ser aplicada ou revista, principalmente no setor elétrico, complementa este crescimento. Fazer o gerenciamento de energia sem um indicador é equivalente a não saber o caminho por onde se anda. Por outro lado, usar um KPI errado pode levar a prejuízos. A ideia é que se conheça as situações que mais impactam no consumo energético direto da sua companhia e transformá-lo em um aliado na busca por excelência.

Você já sabia o que era Indicador de Desempenho? E métricas? Ou até mesmo como utilizá-las no setor elétrico? Conte para nós a sua experiência! 

SOBRE A IN FORMA

Com mais de 25 anos de mercado, a In Forma é líder em soluções para gestão de ativos em negócios que atendam a regulação setorial, incluindo critérios rígidos de produtividade e segurança. 

Possuímos total aderência de processos e da regulação do setor elétrico brasileiro com diversas soluções ideais para organizações complexas, equipamentos de alto valor, normas e regulações rigorosas que necessitam de integração de processos. Nossa expertise agrega valor imensurável às companhias, pois garantimos qualidade durante toda a implementação do software e suas atualizações.

Ficou com dúvida de como melhorar os seus processos? Entre em contato com os consultores da In Forma!

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